O lance da pontaria
Nossa!! Tava esquecendo... Na minha última visita à família, aconteceu um lance. Viagem boa, apesar de ter pego um dos ônibus extras - do tipo velho-que-dói-mas-pintadinho-como-novo. Cheguei bem, dormi umas duas horinhas na casa dos meus pais e lá fomos nós para a casa do meu irmão. Rever todo mundo, matar as saudades... afinal, não via ninguém desde a semana anterior, quando tinha ido comemorar o aniversário do meu pai. Hehehe. Mas vamos ao que interessa.
Em algum momento, no meio de alguma conversa, meu irmão me disse que os malditos cachorros não param de latir à noite, dormem no portão da casa deles, etc. Não deixam ninguém dormir em paz. São uns cachorros da rua, que eu já conhecia de outras visitas. Pra tentar resolver o problema (que aliás, me lembrou o problema do gato preto), ele separou pedrinhas e resgatou do passado do sogro uma atiradeira. Siiimmm! Uma atiradeira... daquelas que parecem um y, com elástico amarrado, sabe como é, né?! Tá... veja a foto pra entender. À noite, quando os cachorros se aproximassem, ele atiraria pedrinhas neles pra assustar e afastar os danados. Eu não acreditei, claro... imagina se eu acreditaria que o meu irmão (cara tranqüilo, pai de um moleque de quase 2 anos, casado com uma mulher tranqüila... todos muito pacíficos) seria capaz de usar uma atiradeira pra assustar cachorros. Até que ele mostrou a atiradeira! Quando eu vi, entendi que ele tava zoando com o lance dos cachorros, mas que a atiradeira existia de verdade. Até que eu vi pela janela as pedrinhas no murinho da varanda. O quêêê?! Isso é sério que você pretende atirar nos cachorros?! Putz! Fala sério! E ele: claro! Beleza, então...Mais tarde, resolvemos descer um pouco a rua e ir até a pracinha, levando o moleque. Cunhada, irmão, mãe, eu e o moleque na praça. Ficamos apreciando as casas bonitas ao redor, batendo papo, vendo os carros que o moleque dizia que eram "esquisitos" (ele fala essa palavra de um jeito muito engraçado). Meu irmão retira do bolso a atiradeira, algumas pedrinhas e chama o filho para ensiná-lo a atirar. Explicou que não pode atirar quando tem gente, que precisa mirar, botar a pedrinha aqui, segurar a atiradeira assim e por aí vai... atiraram várias pedrinhas, catamos mais, atiraram mais. Eles estavam uma graça: o pai ensinando ao filho uma "brincadeira" de criança, do tipo coisa de antigamente. Meu irmão sentado em um dos bancos, com o filho à frente e minha cunhada sentada ao lado, à direita deles. Eu estava mais à direita ainda, ao lado do banco, de pé. De repente, no meio do meu devaneio, pensando em como o momento era bonito, lúdico... "aaaiii!". Meu irmão mostrou mirou pra frente e acertou a pedrinha em mim!!! Como???? não faço idéia! eu estava ao lado do banco, depois da minha cunhada e ele conseguiu mirar pra frente e acertar na minha perna!!!! Obviamente, nada mais de pedrinhas para eles, muitas gargalhadas de todos!!! Voltamos pra casa porque estava esfriando... todos com a certeza de que os cachorros estão são e salvos, mas todos os que estiverem fora da mira, devem tomar muito cuidado! Meu irmão atira tão bem quanto meu sobrinho. E se no Rio de Janeiro há perigo de bala perdida, em Poços de Caldas, a pedra perdida é que tá um perigo!Outras coisas legais aconteceram neste fim de semana também, como meu sobrinho começar a fazer xixi no vaso sanitário (tá na hora de deixar as fraldas), a páscoa no domingo, etc., mas a pedrinha me marcou de verdade! rsrsP.S.: atiradeira = estilingue
Sorrir ou não sorrir... eis o lance (quer dizer, a questão!)
Quando eu era muito nova (faz tempo isso!!), era um bilhão de vezes mais tímida do que ainda sou hoje, mas nunca fui "bichinho do mato". Foi quando comecei a trabalhar e logo que entrei na faculdade que me libertei um pouco mais da timidez e me tornei uma pessoa mais extrovertida, mais sorridente, um pouco mais falante. Trabalhando no departamento de marketing de um editora - eu tinha 24 anos nessa época e estava no meu segundo emprego - fui eleita como "a dona do sorriso mais bonito da agência". A escolha foi porque eu estava sempre numa boa e, consequentemente, sorrindo. Mesmo correndo feito louca pelos corredores da empresa pra atender fornecedores, agências, autores... E estou falando de correr mesmo... literalmente, da sala onde eu trabalhava até a recepção, estoque ou onde precisasse ir. Eu até emagreci muito na época! Recomendo correr durante o trabalho... você ganha tempo (e evita sair tarde), faz exercício físico constantemente e ainda diverte as pessoas (afinal, você fica parecendo um doido). Aliás, foi nessa época que eu aprendi definitivamente a usar saltos altos, porque correr de salto ao longo de corredores extensos, sobre piso escorregadio, com material na mão, foi O TESTE. E eu passei!Tá... mas voltando ao assunto. Claro que o título foi pra mim como ganhar um concurso de miss. Sem frescura, falando sério, mulheres gostam de eleições deste tipo. E ser eleita, dentre várias outras mulheres, pelos homens da empresa para um título respeitoso foi legal! Se tivesse sido uma coisa agressiva, machista e tal, eu podia ter reclamado, mas pelo contrário. Pois é... desde esta época, adquiri consciência de que esse é um "poder" que eu tenho (embora seja difícil controlar!! não dá pra sorrir sem estar a fim!) Não tô me gabando, nem nada! Mas poxa... há quem tenha cabelos bonitos, lindos olhos, belas pernas, e outras partes do corpo, da aparência, como preferidos... eu tenho um sorriso legal. Mas é legal porque é espontâneo, sincero, sorriso aberto. Não é aquele sorriso falso, sem graça, porque esse tipo eu não sei fazer, ou seja... se estou puta, nada de sorriso. E sempre que estou feliz, de bem com a vida e comigo mesma, acabo sorrindo bastante.Aí, outro dia, coisa mais esquisita aconteceu... nada de mais, só que me deixou pensativa, meio encucada. Eu ainda não consegui decorar o nome de todo mundo na agência. Putz, são umas 40 pessoas, sendo que eu só trabalho diretamente com umas 10 delas. Até aí, tudo bem. O ambiente é legal, descontraído. As pessoas falam, brincam, soltam piadinhas, riem. Algumas vezes até falam com alguém que está 3 mesas adiante ou de um extremo a outro (o espaço é grande!). E eu, no meio desse novo mundo, ainda me sinto meio peixe fora d'água. É fato que eu nunca fui de falar muito ou fazer gracinhas, tipo brincalhona de um grupo, principalmente falando pra muita gente ouvir e em lugar "desconhecido". Mas gosto de participar, presto atenção em tudo (mania de atendimento, que está sempre atento e à disposição). Então, o que eu faço?! Acabo rindo de tudo. De tudo o que acontece perto de mim, quando um sacaneia outro, implica e tal. Também é bem verdade que sou uma pessoa de sorrir bastante quando tá tudo legal. Na hora do estresse, obviamente, isso não rola, mas ainda não passei por nenhum dia estressante neste novo trabalho (que assim continue, meu Deus, obrigada!). Mas então, numa dessas horas em que um grupinho pertinho de mim tava se cutucando, zoando, alguém vira pra mim e diz: "olha, a outra só ri"... Que fora eu tomei! Talvez nem tenha sido de maldade, acho mesmo que foi só uma observação porque realmente era o que estava acontecendo, mas nessa hora, parei de rir. Fiquei intimidada me sentindo intrusa no divertimento alheio. Não é que eu não continue sorrindo (não dá pra evitar quando se está feliz com a vida, né?!), mas agora eu "tomo cuidado" para não rir do que não me diz respeito. Isso existe?! Claro que não!! Só pode ser paranóia minha, sei lá. Mas desde que isso aconteceu, ando pensando que preciso ler mais, ver mais piadas, falar coisas engraçadas... porque aí eu poderia responder o comentário entrando de vez na conversa, participando e brincando junto. Mas isso é ser quem eu não sou! Que coisa louca... Um pouco mais tarde, no mesmo dia, alguém passa por mim e diz: "olha, gostei de você porque você está sempre feliz e sorrindo. Isso inspira!!"
E eu, do meu jeito básico de pensar e não dizer nada, ficar quietinha no meu canto, logo imaginei: preciso de uma daquelas máscaras de teatro - um lado triste e outro feliz. Vai entender! Não dá pra agradar a gregos e troianos!!
Os filmes e o lance do show
Eu sei que eu moro no Rio e que aqui é um lugar cheio de violência, tiro pra todo lado e tal... mas talvez por isso mesmo eu evite filmes de violência, com muitos tiros, armas e toda uma conversa sobre o assunto. Não gosto e não discuto política, muito menos religião. Eu até leio notícias sobre as guerras e sobre tráfico de drogas, armas, etc, mas não curto o assunto nem acho que "faz diferença no meu dia-a-dia", na prática. Daí o meu conflito pessoal em pegar e assistir filmes como "O Senhor das Armas". Bem falado pela crítica, o quarto de quatro filmes escolhidos na locadora (pela falta de mais comédias ou romances, claro). O Cage tá com a cara de sempre... parece o mesmo papel em tantos filmes que ele faz. Ele devia usar máscara ou fazer umas aulinhas de expressão, na minha opinião, mas não chego a não gostar do cara. Não posso dizer que não gostei do filme, porque é realmente bem feito, a narrativa prende, mas...Então falemos do terceiro filme escolhido: Beijos e Tiros. Já tinha lido sobre o filme quando ainda estava passando no cinema e na época, não pude assistir. Estava esperando chegar à locadora. E como eu podia imaginar, acabei decepcionada porque esperava muito mais comédia e atuações mais impressionantes do Kilmer e do Downey Jr. Achei fraco, meio lento... O segundo filme eu estava pegando só porque tinha gostado do primeiro, mas tinham dito que era muito fraco. Pois gostei! Simples, objetivo, sem surpresas, mas divertido. Bom entretenimento pra dia de feriado em casa! Steve Martin e Eugene Levy (que aliás tá muito bem com o Jackson em "O Cara"). E filme com criança... sei lá, eu adoro!Sobre o primeiro, eu já falei. Em resumo, minhas escolhas não foram das piores. Ainda bem!Ahhhhh!! E o show da Banda Fullgas foi muito legal. Aliás, o QG Music Hall, no Centro do Rio, me pareceu um lugar maneiro. Não achei caro, o acesso é fácil e o chopp é gelado (muito importante!!). O vocalista canta/imita muito bem e o resto da banda faz seu papel direitinho, eu acho. (É que não entendo de música, apenas acho que precisa estar agradável aos ouvidos. Mas claro que sei dizer se um cara tá imitando bem o Frejat, o Bono Vox, etc. Afinal, banda cover, né?!)
O lance da volta ao lar...
... é que depois de dois fins de semana seguidos indo e voltando de Poços de Caldas, empanturrada de quitutes e chocolates da Páscoa, babada pelos pais que estavam com saudades da filhinha e tendo curtido bastante toda a família, estou me preparando para um fim de semana em casa, no meu lar doce lar. Considerando que fazia tempo desde a última vez... peguei logo quatro filminhos básicos hoje (quarta) pra devolver até sábado. Totalmente básico! Assisti um deles e gostei. Acertei na escolha e comecei bem! Foi "Em seu lugar", com a Cameron Diaz e a Toni Collete. Até chorei (até parece que isso é novidade ou coisa rara... vá lá!!)Mas tenho planos! Apesar do tempo horrível e chuvoso. Amanhã quero ir ao show da Banda Fullgas (tb nunca ouvi falar, exceto pelos recados no meu orkut) em um lugar perto da faculdade em que eu estudei. E quero ir ao cinema assistir ao novo filme do Mathew (aquele do filme Sahara) e da Sarah Jessica Parker (esse nome é mais fácil de escrever... rs) e ainda pretendo dar umas voltinhas numas lojas, mas tô pensando em deixar o cartão de crédito e o cartão de débito automático em casa (para evitar compras emergenciais). Pensando bem... talvez seja melhor deixar a carteira toda em casa porque eu também gosto de comprar coisas de 1 real...A semana tá sendo legal demais! E estou finalmente lendo o livro da Bruna Surfistinha (peguei emprestado com meu irmão) e até que é interessante. Ando meio com preguiça de escrever, embora esteja vivendo o que eu estou identificando como uma nova fase na minha vida. Por enquanto, é só... P-Pessoal. BjsP.S.: tenho que contar sobre a façanha do meu irmão com uma atiradeira nas mãos. Mas fica pra outro post!
O lance da tampa da panela
Quem tiver dicas sobre os melhores cassinos, tipos de jogos, hotéis, e quaisquer outras dicas úteis para uma viagem a Las Vegas, por favor, mande para o meu e-mail... afinal, dizem que "azar no amor... sorte no jogo". Portanto, posso continuar solteira na boa! Mas que seja uma solteira rica! Planos para as próximas férias (no ano que vem): apostar minha sorte em Vegas!Brincadeira... mas tá feia a coisa! Emprego novo, sempre temos muitas expectativas. A gente pensa em como vai ser o período de adaptação, em como serão os colegas de trabalho, se o horário vai dar espaço para uma vidinha pessoal básica, salário e planos de carreira e por aí vai. E claro que para solteiros de plantão... rola sempre aquela esperançazinha de encontrar um novo-amor-eterno-enquanto-dure (ou um casinho ou ficantezinho pra ajudar a passar o tempo). A gente só esquece é que a vida é mestre em pregar peças e surpresa! Uns 40% dos homens são solteiros mas gays, uns 50% dos homens são casados e os que sobram não despertaram meu interesse (mas ainda não descobri quais são esses!) Talvez a divisão seja só entre solteiros gays e casados hetero.Antes que venham dizer que sou preconceituosa, vou logo dizer que não tenho nada contra os gays... apenas ficam reduzidas as chances de prospecção! E fica maior a "disputa" por homens. Mas como dizem, cada panela tem sua tampa. Só espero que eu não seja uma frigideira, porque estas raramente têm tampas próprias... rsEm resumo, quando não estiver com a família em Poços, posso ser facilmente encontrada em casa assistindo dvds, no cinema ou dançando no lugar de sempre... rs E caso alguém pergunte "você não tem amigos?!", a resposta é "claro, mas estão na fase namorando ou casei". Também preciso de novos amigos solteiros no Rio de Janeiro.Por hoje é só! Beijos e bom feriadão pra todos... nada de se empanturrar de chocolate!P.S.: sabe onde foi o primeiro chopp depois de ter conseguido o novo emprego? putz... foi na rodoviária, uma hora e meia antes de viajar pra Poços para o aniversário do meu pai. Acredite se quiser (tinha um programa de tv com este nome, né?!)
O lance do tiroteio, da indiferença, da sorte...
Morar no Rio tem dessas coisas... a gente fica sabendo horas depois que rolou um tiroteio horroroso, pertinho de onde estamos a maior parte do dia - no trabalho - e nós nem nos demos conta. E ninguém fica preocupado, tenso, apreensivo ou frustrado porque a violência é algo absurdo na Cidade Maravilhosa, paraíso turístico e lar da marginalidade. Apenas surgem comentários como "é que todo mundo fala tão alto aqui dentro que nem ouvimos nada". Claro que não tô criticando o comentário porque, de fato, se já aconteceu e ninguém ao nosso redor, ninguém da nossa convivência foi prejudicado ou ferido diretamente no ocorrido, não há real motivo para choro. É o "cada um por si" que gira o mundo... e só de não fazermos mal a outros, já estamos fazendo nossa parte. Portanto, podemos nos sensibilizar, mas sem exageros porque morar no Rio é assim mesmo. Isso foi no meio da tarde.Final do dia, eu estava indo embora... Ainda no elevador do prédio, tocou o meu celular. Era uma pessoa que estava me procurando desde ontem, mas eu não pude atender pois passei o dia em reunião. Algo sobre uma vaga numa empresa. Parêntese rápido! (Claro... agora que consegui emprego, surgem várias oportunidades). Eu saí do prédio falando ao telefone e andando rapidamente, na minha longa caminhada até o metrô. São uns 15 minutos... mas de salto alto, em calçadas de pedrinhas portuguesas, parecem uma eternidade e os últimos respiros dos saltos que se engancham no chão uma infinidade de vezes. Mas então, logo na segunda quadra, em plena Av. Nossa Senhora de Copacabana, dei de cara com um trânsito mais tumultuado que o normal, meio mundo olhando e falando e montes de policiais, carros de polícia, luzes piscando, sirenes... uma bagunça... e eu no celular. Olhei pro lado e vi lá no chão os vários corpos meio cobertos. Putz... que coisa horrível! Mas nem chocada ou assustada ou sei lá... nada senti. Só o que pensei foi: "hmm... ainda não tiraram... que droga. Tenho que sair daqui porque ainda pode ter alguma confusão."Chega a ser estranho usar palavras de alegria quando se comenta um assunto que certamente é um problema sério do país... mas é impressionante (e esquisito) como a gente aprende a ser indiferente ao que acontece de ruim com quem não temos alguma ligação afetiva, seja pessoal ou profissional, porque é a única forma de continuar vivendo, levando a vida, morando, trabalhando, etc. E com tudo isso acontecendo tão perto de mim... eu só conseguia ficar feliz porque o dia de trabalho foi ótimo! porque no meu nono dia de trabalho eu começo a me sentir por dentro do meu trabalho! porque o meu ticket restaurante chegou e agora é um cartão magnético (coisa que nunca tinha usado)! porque almocei com uma amiga que fez pra mim uma homenagem no dia da formatura da faculdade, mas que eu não via há uns dois anos por excesso de trabalho e falta de vergonha na cara por me permitir trabalhar demais da conta! porque amanhã vou viajar para ver minha família!Foram 2 mortos, 5 pessoas feridas... isso de acordo com uma nota divulgada pela PM, às 20h52 de hoje, publicada no Globo Online. O "assaltante" causador de todo o tumulto morreu na Av. Atlântica, 1440!!! É muito, muito perto de onde eu trabalho. O cara já tinha ficha criminal de acordo com outra notícia publicada mais cedo. E eu leio isso apenas pensando na sorte de não ter passado no meio do tiroteio, de estar a salvo em casa, de estar escrevendo no meu blog. E o mais impressionante? Ainda amo o Rio e não consigo, no fundo do coração, imaginar sair do Rio para morar em outro lugar. Talvez um dia! Talvez por um motivo que hoje não existe na minha vida! Talvez...NOTÍCIA DO "O DIA ONLINE" - 6/4/2006 18:22:00Dois mortos e cinco feridos em tiroteio em Copacabana
Rio - Tiroteio envolvendo policiais e um bandido na Avenida Atlântica, 1440, ao lado do Bar Flor do Lido, deixou dois mortos e cinco feridos, e provocou pânico no local. O ladrão e Antonio Carlos de Oliveira Dias, morador de Nova Iguaçu, que estava com sua esposa no bar, morreram no local. O ladrão entrou no prédio fingindo estar interessados na compra de um computador, anunciado na Internet. Subiu para o apartamento e rendeu um homem, que conseguiu escapar e chamar a polícia.
Houve troca de tiros dentro e fora do edifício. O policial Augusto Alexandre Pinheiro Junior, de 23 anos, foi baleado na cabeça dentro do prédio. O soldado Robson Leão caiu, lesionando a coluna.
O ladrão conseguiu escapar. Na fuga, conseguiu render um taxista, que teve o carro interceptado pela PM na esquina das ruas Nossa Senhora de Copabana com Prado Júnior. Houve novo tiroteio e o ladrão foi morto com cinco tiros. Outras quatro pessoas foram feridas.
O policial ferido no prédio está em estado grave no Hospital Copa DOr. O soldado também foi levado para o mesmo hospital. Outros quatro feridos por balas perdidas foram para o Hospital Miguel Couto. São eles, o garçon Bráz Arantes Dias, 62 anos, que levou um tiro na cabeça e está sendo operado; Edith Félix de Oliveira, 30 anos, com um tiro nas costas, em observação; João Medeiros, de 69 anos, que levou um tiro de raspão no peito e já foi liberado; e o morador de rua Way Gland Siqueira Cândido, com um tiro na perna.
Por volta das 17h, o trecho da Rua Prado Júnior, entre a Rua Barata Ribeiro e Avenida Nossa Senhora de Copacabana, foi interditada para o trânsito. Uma faixa da Avenida Nossa Senhora de Copacabana, sentido Centro, também está interditada e a perícia está no local. Dezesseis guardas organizam o trânsito na área, que continua lento.O policiamento no bairro está reforçado.
Lance nenhum
A primeira semana de trabalho foi ótima e a segunda está começando muito bem. E no final de semana, vou visitar minha família (estou morrendo de saudade! e ainda não tomei um chopp pra comemorar a minha próspera vida profissional).Estou muito feliz também porque estou reencontrando amigos de colégio no orkut. Pessoas que eu não via há mais de 10 anos!! Além disso, tenho conseguido almoçar com outros amigos que eu tinha deixado de ver por causa da correria do trabalho. Até no dia que fui fazer o exame médico admissional eu encontrei uma pessoa com quem tinha trabalhado no meu primeiro emprego. Muito show!!Continuo pensando muito que quero curtir um final de semana num lugar diferente... um hotelzinho legal, piscininha básica, sei lá. Putz! Quantos feriados bons teremos em abril/maio!!!! Dá pra sonhar bastante!Queria escrever um post mais interessante, mas agora não tá rolando. Então, melhor parar por aqui. Este foi só um registro de mim pra mim mesma, acho.