O lance do feriado!
Se “de graça, até injeção na testa”, imagina show do Lulu Santos, de graça, na praia de Copacabana?!?! Putz, demorou!! Claro que eu fui. Planejamento básico: comprar bilhete de ida e de volta do metrô pra não enfrentar fila depois do show; chegar com uns 40 minutos de atraso pra evitar sofrer muito com um show de abertura da banda Eletrosamba (argh!); não levar bolsa, portanto, usar a calça que tem bolsos nos joelhos e colocar só o celular (tenho certeza que não vou precisar, mas...), uns 20,00 e a identidade; ir de óculos escuros porque o sol rola até quase 8 da noite. Blz... tudo pronto. A ida foi tranqüila. Acho até que todo mundo tava indo pro show tb. Claro que a galera se dividia entre dois shows: Skank na Praia de Botafogo e Lulu em Copa. O único lance chato foi ter que decidir qual show assistir (mesmo horário! que sacanagem!). Se fosse Cidade Negra x Skank, ou Paralamas x Skank, a decisão seria mais complicada... mas o Lulu canta “O último romântico” e aí a minha decisão tá tomada! Eu amo essa música! “Me dá um beijo então / aperta minha mão / tolice é viver a vida assim, sem aventura / deixa ser pelo coração / se é loucura então melhor não ter razão”. Desde que um professor de literatura, no cursinho pré-vestibular, cantou essa música na sala de aula... eu tenho um lance qualquer com essa música que não sei explicar. Mas então... cheguei na praia e vi que tava cheio. E, diferente do meu planejamento, o Eletrosamba resolveu atrasar mais do que eu porque ainda não tinha começado o show. Droga... não consegui me livrar! Tudo bem... pelo Lulu, isso vale. O show começou com 1h30 de atraso. Até que essa banda não é tão péssima quanto eu pensava...rsrs. Enfim, por volta das 9h da noite, o Lulu entrou no palco (que aliás, pra um show na praia, tava de arrasar.... lindo, cheio de luzes, demais mesmo!). No meio da primeira música já rolavam aqueles empurra-empurra (foram poucos até o final do show) dos babacas que abrem rodinha pra brigar. Mas dancei muito. Pulei muito. Cantei muito. Vale até parênteses (é fato: sair sozinha pra piscina, cinema, shopping, pode ser meio cansativo porque eu fico calada quase todo o tempo... e em show, isso muda, porque eu cantei o tempo todo!).
Ahhhh! Eu não disse o motivo dos shows de graça? É que na sexta, dia 20/1, foi dia de São Sebastião, padroeiro do Rio de Janeiro. Aniversário do Rio. Feriado prolongado! Por isso, alguns patrocinadores organizaram o evento, junto com a Prefeitura do Rio. E pelo que vi, foi um sucesso!!! Os dois shows lotados. Legal também foi ver, na volta, o povo que não se aguentava em pé. Muita gente sentando no chão do metrô e todo mundo cheio de areia. Cheguei em casa quase meia-noite, cansada, meio surda (é que eu consegui ficar pertinho do palco e da caixa de som!)... mas valeu a pena, totalmente!!!
O lance do dia simples
Sabe aquele dia em que os céus conspiraram a seu favor e tudo deu certo?! Hoje foi o meu dia! Nada de mais, de tanta importância, você pode achar. Não ganhei na Loto nem na Mega Sena (ou similares), nem arrumei hoje um emprego, nem comprei um carro ou financiei um apartamento, muito menos dei de cara com o amor da minha vida (espero que isto aconteça em algum dia bem próximo, aliás). Mas simplesmente... foi bom. Acordei cedo pra ir à uma entrevista coletiva, para um cargo interessante, oferecido por uma empresa grande. Acho que deu tudo certo durante os testes de raciocício lógico (vão logicamente perceber que não sei matemática, mas tudo bem), redação, etc. Não gaguejei durante minha apresentação das experiências que considero mais relevantes (o que não significa muito, mas não ficou feio pelo menos). Nem me incomodei com os sapatos me fazendo várias bolhas nos pés (claro, sapato de dia de entrevista sempre faz isso com a gente, então eu não me importei). Uffaaa! Foram 4 horas envolvida neste processo, que é apenas a segunda etapa da seleção (a primeira foi a triagem dos currículos).
Cheguei em casa louca de fome, calor, dor nos pés (nem sei como consegui andar do metrô até aqui, pra dizer a verdade). E daí?! Vai dar certo... logo, logo vou estar de volta ao trabalho. Tomei um banho e almocei confortavelmente largada no sofá. Trrriiim, trrriiim... Atendi o telefone. Surpresa. Uma agência me ligando. “Semana que vem? Claro, posso sim... no dia que for melhor pra vcs... tá ótimo então... muito obrigada”. Nossa!!!!! Meu coração tava disparado de felicidade. Não posso dar detalhes, mas é uma oportunidade e tanto... só conseguir uma entrevista em uma agência já é um passo e tanto. O pessoal é sempre tão, tão ocupado (falo por experiência!).
A emoção foi tanta por começar a sentir que as coisas estão enfim tomando o rumo certo, que minha busca não está sendo em vão... que resolvi assistir de novo o vídeo da minha formatura. Como foi linda! (lágrimas...) Minha melhor amiga fez pra mim uma homenagem. Aliás, isso foi o que me levou a tomar vergonha na cara, pegar o telefone e ligar pra ela. “Faz quanto tempo?!” pensei. “Nossa, faz mais de um ano que não falo com ela por telefone ou pessoalmente! Que absurdo. A vida e o trabalho nos afastam dos amigos e nem percebemos... só quando já estamos distantes.” Liguei pra ela e ficamos uns 40 minutos conversando, botando a conversa em dia. Marcamos de ir à praia na semana que vem.
Hmmm... que dia ótimo. Como eu disse, nada de mais. Simples. Ops... acabei de ferrar com uma das bolhas do pé... tenho que cuidar disso. Maldito sapato!! Arghh!
O lance da expectativa

Meu final de semana foi tranqüilo. Até demais, alguns podem pensar. Quase não saí de casa. Fiz a faxina básica dos sábados (só daqueles em que tô com paciência), peguei uns filmes na locadora, desisti de enfrentar clube cheio só pra conseguir ficar imersa em muitos livros d’água ou torrando ao sol (isso mesmo, não fui à piscina!). No final do domingo, completamente entediada de ter saído só para o percurso padrão que me leva de casa à locadora e de lá pra casa novamente, decidi ir ao cinema. “Sessão das 5h10 da tarde é uma boa”, pensei. “Deve estar vazia em dia de sol e muita praia no Rio”, refleti. Vou chegar uns 10 minutos antes, pra comprar o ingresso e ter um final de dia divertido e relaxante. Entrei na fila e comecei a olhar pra tela de informações, tentando confirmar o horário e o preço do ingresso. Quando finalmente a fila andou e enxerguei o preço (a fila tava meio grande), surpresa! A sessão já estava lotada, ingressos esgotados. “Droga! Que diabos todo mundo veio fazer no cinema hoje?!”, resmunguei pra mim mesma, rangendo os dentes. Tive que decidir. Ia ficar mais de uma hora perambulando pelo shopping e entrar no próximo horário. “Minha vez tá chegando... e agora? o que eu faço? Tá bom... já que estou aqui, vou me arriscar (explico: sem grana, rodar no shopping por mais de uma hora seria gastar o que não tenho comprando coisas que não preciso) e comprar logo o ingresso.” Quando abri a boca, a mulher da bilheteria foi mais rápida ao falar com a garota do meu lado: “Tem 3 desistências pra sessão das 5h10, mas devem ser lugares ruins, lá na frente, porque todo mundo já entrou na sala”. Uau! Que sorte!!! “Moça, se tem desistência, quero uma, pode ser?”. Beleza. Consegui. Entrei pronta pra sentar e arrumar um torcicolo lá na primeira fila. Mas então, sorte de novo! Tinha um lugar na última fila (parecia estar reservado pra mim!). Sentei e pronto. Meu domingo ia ter um final feliz, mesmo que o filme não fosse tão bom... mas eu achava que seria. E foi!!!! Tenho que confessar que costumava assistir filmes nacionais com os dois pés atrás, mas ultimamente, tenho me surpreendido. Mesmo! Não é com a qualidade do filmes, a seriedade da produção... isto, sempre achei que um país que faz novelas tão bem como o nosso poderia fazer filmes bons também. Mas eu não curtia muito era o “estilo” dos filmes. Algo como “O Quatrilho” ou “Central do Brasil”. Excelentes filmes, sem dúvida. Mas específicos. Ficava faltando aquele gostinho de poder assistir uma boa comédia, um bom romance... coisas mais leves e “despretenciosas”. Então assisti “A Partilha”. Amei!! É um filme sobre situações rotineiras, coisas que acontecem na vida de qualquer pessoa, qualquer família. E outros como “Deus é brasileiro”, “Olga”, “Cazuza”. Mais recentemente, assisti “A Dona da História” e “Mais uma vez amor”. São todos excelentes, diferentes, cujo objetivo é contar uma história, falar de pessoas, e não, do Brasil pobre/rico, violento/bonito, etc. Mas o filme de ontem... putz!! É muito bom, engraçado, simples... nossa! O filme é “Se eu fosse você”. A Glória Pires e o Tony Ramos estão fantásticos como o casal que vive a velha experiência (Hollywood já mostrou isso em dúzias de filmes e sempre dá certo!) da troca de corpos. Ele vai parar no corpo dela e ela no dele. Deu pra entender, né?! Aí as vidas ficam uma bagunça. E ainda por cima, ele faz o papel de um publicitário (não podia ser melhor pra mim). Quem ainda não viu, deve ver.Acho que as coisas são bem mais interessantes quando não temos expectativas definidas. Bom, eu vou tentar dar um tempo nesse lance de escrever sobre filmes. Vai ser duro (será que vou resistir?!), porque é uma paixão. Ando até pensando em tentar arrumar um trabalho como comentarista de filmes, sei lá. Eu estaria unindo o útil ao agradável... rsrsrs.
O lance do tal filme
Já disse que gosto muito de filmes, né?! Claro que disse... sempre digo, logo de cara. Pois é. Ontem fui à locadora, louca pra pegar mais um daqueles filmes água-com-açúcar que eu adoro. Eu já estava com Quarteto Fantástico (adorei!) na mão e só faltava um romancezinho descompromissado. E ele estava reservado no meu nome. De repente é amor, um lançamento. Só que quem alugou não devolveu. Tive que escolher outro. Claro que eu já estava com um na mão, mas fanáticos por filmes nunca alugam apenas um filme... Isso é impossível, praticamente. Só em casos extremos (não lembro de nenhum caso pra contar agora, então, devem ser realmente raros). Mas então... resolvi pegar o tal filme. “Deve ser legal”, eu pensei. Afinal, uma amiga disse na época que o tal filme tava no cinema que eu devia ver... “filme que merece ser visto no telão”, ela disse. Só agora entendi o motivo desta indicação dela... coisa de Diretora de Arte, que curte essas coisas de fotografia cheia de estilo, trabalho com cores e tudo mais. Nada contra isso, que fique bem claro, mas é que prefiro tudo isso em filmes de romance, aventura, drama... mas não num filme cheio de sangue, personagens tipo gangsters esquisitos, histórias independentes e pouco interessantes... AAAARRRRGGGGHHHH!!!
O tal filme (que me perdoem os fãs do gênero, do filme, dos diretores e todos os outros que gostaram) é Sin City. A fotografia é interessante, os atores são famosos, mas este tipo de filme devia ter, em letras gigantes na capa, o seguinte: “só assista se você é fã da graphic novel do Frank Miller”. Diante desta ressalva, eu não pegaria o filme... ia tentar descobrir, primeiro, tudo sobre o assunto e ter a certeza de que nunca assistiria ao filme. Claro que, depois de ter assistido, pra poder escrever este post com algum conhecimento sobre o filme, o roteirista, a lógica da história, os personagens, a fotografia, etc., pesquisei bastante na internet. Entendi que é um filme que, segundo vários comentaristas, é capaz de dividir opiniões e fazer com que as pessoas amem ou odeiem (algo como a ópera, para Richard Gere em Uma linda mulher). Eu odiei. E concordei com o Erick Pessôa, que depois de ressaltar inúmeras qualidades do filme, escreveu: “Será que Sin City não tem nenhum erro ou problema? Assim aparente, não, mas seu estilo não é de fácil digestão. Por serem três histórias relativamente independentes, a história meio que não tem um fim claro e as pessoas podem se perder na narrativa o que pode tornar o filme relativamente chato e lento. Mesmo tendo um visual incrível, este não é um filme de diálogo e sim de pensamento (narração em off) o que força o espectador a prestar atenção constante ao filme. Vale dizer também que o filme é extremamente violento”. Só pra ter certeza que está claro: “extremamente violento” significa cabeças cortadas, coisas enfiadas na testa de uma pessoa que na imaginação de outra ainda fala depois de morta, mutilações de braços e pernas, sangue pra todo lado (e ops... o sangue é branco meio prateado e em raros momentos, é o tradicional vermelho “sangue”).
Putz! Acho que, pior do que este, só Dogville (este me recuso a comentar muito, basta dizer que o filme se passa em cenários que são linhas no chão e as pessoas fingem abrir portas, etc., como se fosse ensaio de peça de teatro do segundo grau, quando não temos verba, teatro ou cenário de verdade). Mas enfim, hoje é outro dia e mesmo sendo uma sexta-feira 13, tive a sorte de conseguir alugar o romance açucarado que eu tanto queria. Espero que seja um daqueles em que a gente suspira, deixa rolar umas lagriminhas e diz no final: “hmm, que lindinho... adorei!”. Beijos e boa sorte na locadora!!
O lance do dia
Ontem foi quinta. Dia doze, né?! Tá nenhuma novidade, estalo, sininho, alarme. Acordei meio tarde hoje. Resolvi não ir à piscina de manhã. Ontem fui dormir pensando. Pensei a noite toda... meio dormindo, meio acordada. Noitezinha cansativa, que aliás, merece um parêntese. (Assisti um filme que odiei, mas odiei mesmo. Fez sucesso no cinema?! Putz! Gosto é gosto. O filme era violência pura!!! Depois escrevo um post sobre o tal filme.) Pronto, fechei parêntese. Voltando... acordei e achei que era uma boa subir na esteira, queimar umas calorias, suar um pouco, pensar mais (fazer o que se quando queremos livrar a mente dos pensamentos, nós pensamos ainda mais). Banho frio, bem relaxante. Li mais umas páginas do Ponto de Impacto. Almoço. Enquanto estava no fogo, liguei a TV e fiquei assistindo um noticiário (desses que a gente só assiste quando está de férias no trabalho, porque são bem no meio do dia). De repente, a notícia: ... e na primeira sexta-feira 13 do ano... Hein?! Pessoas entrevistas comentavam sobre superstições. Outras falavam da sorte do dia. Hoje é o Dia do Tratado de Madrid, importante para o Brasil porque “revogou o Tratado de Tordesilhas, e com isso anulou o meridiano que dividia o Brasil entre Portugal (leste) e Espanha (oeste), adquirindo, o nosso território, a configuração de hoje, praticamente”. É também o dia de Santo Antônio.Ihhh... será que as TVs vão nos fazer aturar mais algumas reprises do Jason, no filme Sexta-feira 13 (qualquer parte, não importa, porque todas são pra mostrar sangue e pessoas gritando muito)?! Isso sim seria azar... numa sexta, encerrar o dia assistindo um filminho do tipo. Argh!!
Um repórter esclareceu sobre o que muitos astrólogos dizem que é um fenômeno importante: o encontro do sol e da lua nesta data. Um dos poucos encontros destes astros. Dizem que no momento em que se vê os dois astros no céu, pode-se fazer um pedido. E será um pedido iluminado por um lindo pôr-de-sol, daqueles que enchem os corações de felicidade, encantamento, paz. Até agora, não aconteceu nada de ruim (ainda bem!). Então talvez seja mesmo um dia de sorte ou um dia apenas normal, como outro qualquer.
O lance da cara nova do template
O que acharam das novas cores? Você também é fascinado pela cor laranja?! Que bom. É um alívio saber disso. Não é minha cor preferida (qual é? são duas: preto e azul). Mas a combinação do laranja com preto e com branco fica muito maneiro.
Preciso dar todo o crédito destas modificações no template pra minha cunhada (ela realmente compreende esse código html!). A única coisa que eu fiz foi dizer como eu gostaria que ficasse. E usei o Photoshop pra mudar a cor das bordas. Obrigada, Dani!!
Ah... se alguém não gostou, agora já era, porque deu um trabalhão mudar tudo e não faremos de novo antes de alguns meses. Sem querer pedir muito... tente se acostumar.
O lance da praia, do sol, do calor...
É sério que eu reclamei da chuva?! Tá bom... eu reclamo sempre da chuva. Não gosto mesmo. Se estou em casa e é dia de chuva, é porque fica ruim pra sair. Se estou na rua, a chuva já tá atrapalhando de fato. Pô, vai dizer que não é “o cão” molhar a roupa, os sapatos, carregar o guarda-chuvas trambolhento (essa palavra existe?), ter que ficar de olho em cada carro que passa pra cuidar de não tomar banho de poça d’água, etc.?! Mas então, tá sol!!!!! E muito sol! Posso até dizer que “tá a maior lua”. Com isso, céu azul, poucas nuvens (brancas! e não as temidas cinzentas), muita luz... e o maior calor!!!
Não sei se já disse mas estou numa fase... disponível... em busca de alguma coisa... liberada... tá legal! Saí de onde eu estava trabalhando, resolvi ficar de férias uns tempos e só agora tô procurando outro trabalho. Portanto, o que importa é que tenho passado muito tempo em casa (até tô fazendo almoço!!!) e não dá mesmo pra passar o dia com ar condicionado ligado. Assim, tive que tomar uma providência. Para minha imensa sorte, tem um Sesc aqui perto (na outra quadra). Eu já era sócia, mas a carteirinha tava vencida, e uma vez que estou sem comprovante de vínculo empregatício, achava que não daria pra renovar. Mas depois de repetir mentalmente algo tipo um mantra (Ai, Meu Deus, tomara que renovem... tomara que renovem... tomara que renovem... ), liguei e obtive a informação de que não haveria problema. Seria só levar a Carteira de Trabalho e eu teria minha carteirinha renovada pelo período de doze meses a contar da data da baixa na carteira. Yes!!!!
Vou à piscina até voltar a trabalhar. Afinal, quem procura trabalho o dia inteirinho, sem parar pra nada?! Eu não! Portanto, vou à piscina, pelo menos dia sim e no outro também, por umas duas horinhas... Já imaginou? Vou voltar queimada, maravilhosa, com a cor do verão da Cidade Maravilhosa, pronta pra voltar a ficar naquela cor “amarelo-escritório” básica.
E se você tá pensando: “mas por que você não vai à praia?” Tá bom... é uma delícia, as praias têm seu encanto, charme e tudo mais. Só que enquanto eu não puder apenas atravessar uma rua e estar na praia (tipo morando na orla de Copa, Ipanema, Leblon, São Conrado, ou qualquer outra linda praia do Rio), prefiro deixar de lado o ônibus, o metrô e apenas andar até a outra quadra... lá no clube também tem gente bonita, muita água (é uma piscina grande, sabe?! acho que é semi-olímpica), armários pra guardar a bagulhada (cremes, roupas, e todo o resto) e... (como dizer isso sem assustar ninguém?) nada de arrastão, assalto ou coisas do gênero que todo mundo lê no jornal. Ahhh... e daí?! O Rio de Janeiro continua liiindo!
O lance da expectativa para 2006
Primeiro do ano! E já é dia 8!!! Pra variar, o ano está voando. Nem parece que tanta coisa aconteceu desde o último dia de 2005 até agora, mas pensando bem, mas bem mesmo, rolaram algumas coisas. Vê só: queimei o dedo no dia 31 (não é comum eu me queimar, mas tava mexendo no fogão, dá nisso... rsrs... é brincadeira!) e no dia 1º já estava quase sarado; a chuva começou a marcar presença constante no dia 31 e até ontem mesmo, não dava muita trégua (foi muita chuva, até aqui no Rio); ahhh, é... já voltei pro Rio, cheguei na sexta e fui logo matar a saudade da minha cama (poxa... viajar de noite, dormindo o tempo todo, dá um baita sono); assisti uns 12 filmes ao longo da primeira semana do ano (tudo velho, daqueles que eu já falei no post anterior; limpei a casa e descongelei a geladeira no dia que cheguei em casa (isso é coisa que vale uns 20 pontos como coisas feitas, caso eu estivesse fazendo a lista valer pontos); nossa, coisa demais.
Mas então, o que eu mais quero em 2006?! Pra começar, é ano par. Muito bom!! Tenho sorte em anos pares. Bom começo! Em 2005, encerrei uma etapa da minha carreira quando saí de onde estava trabalhando e vou começar uma nova etapa em 2006. Ainda não sei bem onde vai ser, mas estou procurando alguma coisa bem legal. Tirei merecidas férias de 4 meses e agora estou pronta pra voltar ao trabalho. Eu já disse que sou completamente apaixonada pela minha profissão?! Pois é, acho que disse. E adoro trabalhar. Não nasci pra ficar em casa, nem pra ser madame. Uma pena... talvez fosse mais fácil, mas então qual seria a graça? Eu tenho prazer em trabalhar, investir tempo e dinheiro na minha carreira, então acho que vale. Mas só é legal quando a gente está se divertindo. E quando a gente se dá o tempo necessário para saborear a vida, a família, os amigos... só não dá pra viver de trabalho.
O que mais para 2006? Hum... quero encontrar mais com os meus amigos, fazer mais algumas caminhadas e trilhas que andei pesquisando, tentar o rapel negativo, pular de asa delta de novo e, sei lá, talvez pular de uma ponte se não achar um namorado... rsrs. Que isso, até parece!! Achar um namorado é fácil, o difícil é ser um cara legal pra valer. Sem dúvida alguma, quero ficar sempre perto da minha família (mas morando no Rio). Ahhh, pretendo tentar pensar em comprar um carro (será que vai dar?!).
Acho que é isso... o resto é básico, tipo perder uns quilinhos, ir ao salão mais vezes pra não deixar os cabelos mandarem na situação, e por aí vai. Feliz 2006! Beijosssss!