27.7.06

O lance da moda

Dia desses eu fui ao Rio Sul com a galera da criação lá da agência. As meninas são gracinhas de pessoas e todas do tipo "na moda". São da criação, claro! São modernas, cheias de estilo. E eu sou eu! Do tipo "atendimento". Do tipo sem a menor noção de moda. Sem conhecer lojas, marcas, estilo. Eu uso o que cabe em mim e o que me faz sentir bem. Não sei se combina, mas com certeza, não tá "na moda".

Estávamos andando, depois de almoçar (massa para duas pessoas e fast food para outras duas) e paramos no caixa eletrônico do banco. Ficamos lá na fila - impressionante como duas pessoas na frente podem parecer cinco, tamanha a lentidão - e a redatora fala: "olha, coleção nova na loja... mas nem gostei da vitrine, aliás, não gostei de nada". E eu: "como você sabe que mudou a vitrine? não conheço a loja, não saberia nunca de uma coisa dessas, nem compraria lá (tudo caríssimo)". E aí eu falei como eu sou perdida e alienada pra essas coisas de moda.

Ultimamente estou me vestindo de uma forma diferente de como era no último emprego. Lá, eu usava roupas mais sociais, formais. Até usava jeans, mas raramente usava tênis, por exemplo. Usava muita roupa preta (embora seja porque eu amo roupa preta, mas...) Agora, não só uso tênis, como é um modelo que parece couro, claro, tipo bege, misturado com um tom de rosa! Eu??? Pois é... e como se não bastasse, de vestido, de saia e de tênis! Muito esquisito... mas confortável. E bem melhor pra andar os quinze minutos do metrô até o trabalho nas calçadas lindinhas de Copacabana, mas totalmente destruidoras de saltos.

E só pra não dizer que não conto as coisas engraçadas... vou sempre lembrar essa história. Uma das diretoras de arte da agência, comentando sobre roupas e lojas enquanto a gente via vitrines (éramos 4 mulheres e várias lojas - perdição total), diz, com a maior careta e quase ar de desprezo: "eu não aguento esse povinho de comunicação que usa saia e tênis!" Todas nós olhamos para a outra Diretora de Arte, que estava exatamente assim e disse: "Como eu?!". Todas rimos pra caramba... e foi depois desse dia que eu comecei a usar tênis e saia, tênis e vestido.

Chega por hoje. Ontem tive insônia e hoje preciso dormir.

P.S.1: Tomei uma Skol pra ajudar a relaxar... depois conto se dormi bem. Se eu não aparecer, posso ter desmaiado de sono em algum lugar do caminho.

P.S.2: Quando eu era adolescente, usava tênis e saia.. até tênis Bamba.

25.7.06

O lance do dinheiro para investir em dinheiro

Estava lendo o jornal na Internet e li uma manchete sobre como ganhar o primeiro milhão. Obviamente, fiquei muito interessada (quem não fica?!). E fui clicando até chegar à notícia. Como o jornal O Globo não permite que se copie o conteúdo, tive que digitar tudo, mas aí está, reproduzida na íntegra a matéria de William Helal Filho.

Quando leio este tipo de matéria, cheia de “dicas fantásticas” para pessoas “espertas” e com “visão de futuro”, tenho noção exata do quanto falta de espaço no mundo para pessoas que não nasceram RICAS ou BEM DE VIDA. Mas antes de fazer meus comentários sobre os trechos da matéria, leiam e tirem suas próprias conclusões, claro.

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25/7/06. Jornal O Globo. Megazine.

Tempo é dinheiro
William Helal Filho

Há cinco meses, o pai de Maíra Lima de Araújo, de 19 anos, deu a ela dinheiro para comprar um carro, mas a estudante de administração pensou duas vezes. Conhecia pouco o mercado de ações, mas procurou uma corretora e resolveu investir.

- O dinheiro já rendeu mais de 10% nesse curto espaço de tempo. E sem eu fazer nada. Quando acabar a faculdade, quero ter o suficiente para viajar, estudar fora do Brasil – empolga-se Maíra.

Você não vai ouvir todo dia histórias sobre universitários que, pensando no futuro, poupam e investem seu dinheiro, abrindo mão de carros, noitadas e viagens. Mas as instituições financeiras enxergam no público jovem um grande potencial. Tanto é que este mês a Associação Nacional dos Bancos de Investimentos (Anbid) lançou a cartilha “Como investir? Guia de estudantes”. Na publicação, bem ilustrada e com linguagem fácil, chama a atenção um quadro que faz projeções de quanto você precisa aplicar todo mês para chegar aos 60 anos com nada menos que R$ 1 milhão.

A tabela foi calculada na conjuntura da economia de hoje. Precisa ser atualizada no futuro. Mas não tem erro. Quem economiza cedo colhe depois – afirma Eduardo Penido, diretor da Anbid. – Todos os bancos têm programas para universitários interessados em investir. Sinal de que esse público está de olho no futuro. Um país precisa de poupança interna para investir em si mesmo. Na Inglaterra e na Austrália, brincadeiras escolares ensinam crianças a poupar.

Segundo o economista, grande parte das pessoas que economizam (quanto mais cedo começar, melhor, diz ele) herda esse hábito dos pais. Penido ajudou seu filho de 20 anos a montar uma estratégia de investimento. E na hora de redigir a cartilha, teve um grande aliado para fugir do economês.

– O livro mostra que, sim, é preciso sacrificar algumas noitadas. Mas o esforço vale a pena – garante o diretor da Anbid.

A cartilha, entre outras dicas, ensina o real significado de palavras e expressõese como orçamento e fluxo de caixa. E puxa as orelhas de quem não planeja seus gastos ou não guarda pelo menos 10% de sua renda mensal. Também explica as diferenças entre investir em ações e em fundo de renda fixa, alertando sobre como proteger seus recursos da inflação.

Economizar dinheiro é a prioridade do estudante Daniel Gomide, de 22 anos. Ele trabalha na empresa de seu pai e metade do salário vai direto para um fundo de renda fixa no banco. Ele deixa de lado boates e roupas caras. Quer muito comprar seu carro com o próprio dinheiro.

Ana Carolina Bechara, 20 anos, também está concentrada em fazer um pé-de-meia para quando deixar a faculdade. Para a poupança aberta há cinco anos vão todos os preciosos reais que ela ganha dos parentes em seus aniversários e outras datas festivas. Ana está fazendo um curso na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) sobre como investir.

– Quero ter uma quantia para abrir meu próprio negócio quando eu me formar – diz ela.

O estudante de administração Rafael Spinola, de 24 anos, descobriu o mercado de ações em 2001 de um jeito, no mínimo, inusitado. Um amigo de escola fora reprovado e o pai dele, como punição, obrigou o filho a trabalhar numa corretora. Lá o cara aprendeu a investir e, em um ano, ganhou R$ 27 mil. Desde então, Spinola mergulhou no mundo da compra e venda de ações de empresas. Hoje, ele tira sua renda mensal administrando seu próprio dinheiro. De 10h às 18h, fica em casa, diante do computador, monitorando ações na Bovespa, comprando e vendendo quando lhe convém.

Meu amigo ganhou todo aquele dinheiro em 2001, quando o mercado estava mais favorável. Hoje está mais difícil, mas quem está sempre ligado consegue tirar um bom lucro administrando suas ações – avalia o estudante.
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Vamos aos fatos... e à minha tentativa de dizer a mim mesma que sou esperta e luto pra conseguir o que eu quero, mas não tive a moleza de nascer em berço de ouro.

Tenho 30 e até hoje não tenho carro. Tudo é questão de prioridade e de investir no futuro, mas cadê o dinheiro pra investir. Meu pai não me deu dinheiro pra comprar um carro aos 19 anos... que chato. Ele tinha um carro usado para uso da família. Então, não dava pra economizar este dinheiro (que não existiu). Mas eu também adoraria viajar para fora do Brasil (ou qualquer lugar no Brasil), mas ainda não consegui ter a grana. Aliás, nunca recebi mesada, mas também nunca me faltou nada. Tinha roupa (claro que não era de marca), tinha estudo (até a faculdade, quando comecei a trabalhar para pagar), alimentação e um bom lugar onde morar (dividindo quarto com meu irmão). Nada de luxos, mas nada de grana pra economizar e investir sabiamente em ações ou outras apostas de mercado.

Quando eu era universitária, trabalhava o dia todo, estudava à noite, de madrugada e nos fins de semana. Só saía para a casa de alguns amigos da família. Não tinha tempo/dinheiro para noitadas nem viagens. Mas então, cadê o rendimento do meu investimento?! Ahhh! Faltou o dinheiro para investir. E também não tinha empresa do papai na qual pudesse trabalhar enquanto alguém pagava minha faculdade pra mim... aliás, ele também estava no mercado de empresas privadas e sofria os mesmos males que hoje sofro, do tipo “preocupação com emprego, salários baixos, falta de oportunidade, dificuldade em se aprimorar”, etc.

Acho engraçado como é fácil dar esse tipo de dica. Principalmente, partindo de idéias como “invista seu dinheiro”. Num país de tanta desigualdade, quem precisa de dica sobre como ganhar dinheiro é quem não tem o dinheiro para investir em mais dinheiro! Que dinheiro faz dinheiro todo mundo sabe! Investir o que?! O dinheiro que compra o arroz e o feijão? O dinheiro com o qual pago o aluguel (não, ainda não dá pra financiar um apartamento, mesmo com todo o planejamento que fiz)? O dinheiro com o qual compro livros em promoção para tentar acompanhar o mercado de trabalho e a evolução da minha profissão?! Fico pensando... eu devia ser jornalista em vez de publicitária. Tão fácil escrever uma matéria que chove no molhado assim. Tantos exemplos de pessoas fantásticas que ganhavam presentes em dinheiro de parentes... e quem não tem parentes e nem recebe presentes (só aquele famoso dito: a lembrancinha vem depois, ou é só uma besteirinha, junto com o abraço e o beijo que realmente valem)?

Tenho ainda milhões de argumentos, sobre cada palavra e vírgula da matéria, mas não acho que vá mudar alguma coisa continuar o assunto. Tenho mais o que fazer, como trabalhar pra ganhar o dinheiro suado (sem conseguir economizar nem 10% da minha renda mensal!) e pagar as contas no final do mês. Arghhh... acho que de agora em diante, vou evitar ler esse tipo de assunto, porque não faço parte do público-alvo da matéria.

23.7.06

O lance da droga do sucesso

Será que todos os astros da música precisam se viciar em alguma coisa pra atingir o estrelato ou só a maioria?! Impressionante porque não faz diferença: pode ser bebida alcóolica, drogas, fumos, sexo, violência... mas sempre se transformam em vícios quando se trata de artistas. Eu tô pensando nisso porque hoje assisti Johnny e June e lá estava o cara se drogando e fazendo um puta sucesso. Já assisti outros filmes que tinham também o lance do vício, do fundo do poço, de algumas viradas. Ray Charles, Cazuza, Jerry Lee Lewis, Elvis, etc. Mesmo que alguns tenham uma "moral" que mostre ao mundo como é importante superar, todos mostram como as pessoas chegam ao sucesso com o vício ao dispor e ainda são admiradas, amadas, respeitadas.

Não tô sendo hipócrita nem nada do gênero. Mas me dá um troço, uma falta de esperança, ver certas histórias de sucesso. Principalmente porque depois de mortos, os astros parecem virar santos, com seus "pecados" apagados da história ou considerados fraquezas simples, comuns, banais. Vou parar de pensar nisso, porque meus únicos "vícios" são filmes e chocolate, mas nada que me cause dependência. E por falar em filmes, depois conto o que achei de Piratas do Caribe 2 - O baú da morte e Superman - O retorno. Assisti os dois neste fim de semana. Gostei, valem ser vistos, mas...

O lance do desespero

Eu não tô tão acima do meu peso, mas o fato é que eu decidi que era mais do que tempo de voltar a fazer exercício. Precisava de alguma atividade física, já que ando meio sem grana pra fazer os meus esportes preferidos. E como estamos no inverno (ainda que lembre o verão, com o sol de todo dia), não ia dar certo entrar na natação agora. Portanto, reuni toda a minha coragem e depois de experimentar umas seis calças jeans e nenhuma ter ficado boa, liguei pra uma academia e marquei para me matricular no dia seguinte. Simples assim. Desespero total, claro! E logo eu, apreciadora voraz de massas e doces.. putz! Como a vida pode ser injusta de vez em quando.

Numa sexta-feira do finalzinho de junho (ninguém vai poder dizer que eu estava me enganando, esperando uma segunda e o início de algum mês pra começar), dia seguinte mesmo ao do telefonema, fui até a academia e fiz a matrícula. Conheci tudo, vi como está moderna a parada e disse que segunda ia começar. (Tá, só comecei segunda, mas foi por acaso.) E comecei mesmo. Segunda à noite, Running. Ou seja, aula coletiva de esteira, em que a gente tem uma instrutora mandando a gente correr... rs. Maneira porque tem música, estímulo, várias pessoas correndo em 45 minutos de aula. Claro que eu não consegui correr e andei a maior parte do tempo, embora em boa velocidade. Muito empolgada, dia seguinte, 7 da manhã, estava lá eu de novo, para fazer Spinning (aula coletiva em bicicleta). Já deu pra perceber que o ojetivo é secar, né?! Tá... mas antes de começar a secar, vieram as dores. Muitas. Muitas dores, mesmo. Eu devia estar louca por fazer uma aula à noite e outra na manhã seguinte, sem dar nem 24 horas para o meu corpo descansar. O fato é que voltei lá na quarta para o Running outra vez, mas não fui quinta nem sexta (precisei viajar pra ver a família). Não vou contar como foi a minha semana no trabalho e em casa, mas devem imaginar que tava uma situação hilária. Eu mal conseguia sentar, levantar, dormir, me mover... doía tudo! Agora, que estamos quase no final de julho (mas ainda antes de completar 1 mês de academia), já consigo correr durante os 45 minutos de aula e em ótima velocidade. Tô melhorando!! Só ando meio ansiosa quanto a começar logo a secar. Porque isso ainda não tá acontecendo. A instrutora diz que é normal. Sei lá. Mas não posso ficar ansiosa pra não dar vontade de comer. Então, vou parar de pensar nisso e mudar de assunto.

O lance do espelho

Ontem, uma mulher me olhou no espelho e disse:
- Cadê?
- Pois é, já era... e foi tão rápido. Menos de 3 meses.
- E agora?
- Podia esperar mais um pouco.
- Que nada... coragem. Pega a tesoura e resolve logo. Afinal, isso não é nada de outro mundo. Já cansou de ver como fazem.
- É, vamos lá. Eu consigo. Tá molhado, é só medir e cortar enviesado. Já vi tantas vezes... vai ser moleza.
...
...
- Pronto. É isso, meio torto, mas repicada, leve, natural (rebelde! seria a melhor palavra).
E foi isso. Uns 5 minutos e eu mesma aparei a minha franja, no banheiro de casa, buscando a aprovação do espelho. Impressionante como a gente se sente diferente e feliz com coisas tão simples. Saí pra ir ao cinema, ontem e hoje (não é só falta de programa... é que eu também curto filmes!), me sentindo linda.

P.S.: Se eu ficar desempregada, vou fazer um curso de cabelereira, porque acho que levo o maior jeito. Cortei o cabelo do meu pai, com máquina e ficou ótimo (quase careca, coitado, mas muito moderno). Pinto o cabelo da minha mãe e fica uma beleza. Cortei minha franja e agora quero ver como vai ser pra prender o cabelo na hora de correr na esteira... vão ficar os fios soltos me irritando, mas tudo bem, valeu a pena porque tá linda.

20.7.06

O lance do Dia do Amigo

Tem dia das mães, dia dos pais, dia internacional da mulher, dia da criança, dia do índio... vários dias e até o dia do amigo. Ainda bem que são 365 dias no ano! Sempre achei engraçado esse lance de um dia para homenagem à alguém importante ou simplesmente alguma data marcante, mas o fato é que virou um dia comercial, um dia com um motivo a mais para se empurrar vendas... e que, muitas vezes, acaba nos deixando mais tensos que felizes com a "necessidade" de presentear e comemorar.

Amigos vêm e vão na nossa vida. Alguns ficam mais tempo, outros menos. Uns são amigos mesmo distantes, outros nem de perto ganham o "título". E nem sempre estamos com os amigos de sempre ou com os que mais nos identificamos. Nosso dia-a-dia faz com que estejamos abertos aos novos amigos: novo emprego, novos amigos; nova academia de ginástica, novos amigos; antigo emprego, novos amigos (sim, porque é totalmente diferente ser amigo de alguém com quem trabalhou e não trabalha mais); e por aí vai.

Então eu tô aqui, escrevendo, em vez de me pendurar no telefone pra falar com todos os meus amigos! Eu devia estar mandando mensagens no orkut (aquelas que a gente manda pra todo mundo pra economizar tempo?!), falando com toda a minha lista do msn, deixando recados em todos os blogs que eu leio, mas não... acho que os meus verdadeiros amigos não esperam isso, como uma obrigação. Acho que valem os gestos sinceros.

Então, vou deixar registrado que ganhei um abração sincero, carinhoso, de uma pessoa com quem trabalho. O engraçado é que não é alguém da minha equipe direta de trabalho, mas uma pessoa muito gente fina. Já almoçamos algumas vezes e as conversas são agradáveis, tranqüilas, descontraídas. Muito legal porque mostra que as novas amizades podem se fortalecer nos momentos mais inusitados, sem que uma pessoa tenha que ficar "colada à outra".

Afinal, é disso que estou falando... e você, que lê essa besteirada que eu escrevo, compartilha comigo o universo dos blogueiros e merece o meu carinho. Feliz Dia do Amigo!

10.7.06

Nada a declarar

Nada a dizer, mas não aguentava mais entrar no blog e ver a foto do Stallone... afinal, meu rosto já voltou ao normal.

Problemas básicos no trabalho, um certo tédio na vida, alegrias que vão e vêm sem destino certo. Tá faltando acontecer alguma coisa que eu não sei bem o que é. Até estou tentando descobrir o que falta e qual o caminho melhor, mas até agora...

Hoje me peguei pensando nessa música várias vezes, então, deixo aqui a letra pra ver se consigo deixá-la de lado.

Meu amor
O que você faria
Se só te restasse um dia,
Se o mundo fosse acabar?
Me diz o que você faria

Ia manter sua agenda
De almoço ora apatia?
Ou esperar os seus amigos,
Na sua sala vazia?

Meu amor…
O que você faria se só te restasse esse dia?
Se o mundo fosse acabar,
Me diz o que você faria...

Corria pra um shopping center
Ou para uma academia
Pra se esquecer que não dá tempo
Pro tempo que já se perdia

Meu amor…
O que você faria se só te restasse esse dia?
Se o mundo fosse acabar...
(O Último Dia - Paulinho Moska)