O lance da publicidade
Deu vontade de falar sobre publicidade!! Só um pouquinho, prometo! É que é um lance que eu amo demais...
A publicidade entrou na minha vida quando eu tava na sétima série do ginásio (ensino fundamental, hoje em dia, né?!). Numa aula de português, li o texto “O segredo da propaganda é a propaganda do segredo” (Leon Eliachar. O homem ao zero. RJ, Expressão e Cultura, 1969) e me apaixonei. O texto é sobre os anúncios de tv que, segundo o autor, mostram um “mundo de otimismo, onde tudo é bom e saudável, não quebra, dura toda a vida e qualquer um pode adquirir quase de graça, pagando como puder, no endereço mais próximo de sua casa”. E o cara tava certo, alías, está certo! A publicidade pode ser muito convincente. Esse é o objetivo.
Então, dominada pela publicidade, comecei a ler outros textos sobre publicidade, jornalismo, radialismo, comunicação em geral. Falei com pessoas da área... Fui ficando mais atenta aos comerciais de tv, aos spots de rádio, às reportagens que levam as pessoas aos mais distantes lugares. Percebi que tudo dependia muito da emoção e, não apenas de quem cria o anúncio, escreve uma matéria, mas da emoção de quem assiste, lê, ouve. A gente pode chorar diante da tv quando passa um comercial, dar gargalhadas, sentir raiva e um infinito número de emoções. Comerciais como o dos 50 anos da Sadia – “A vida com amor é mais Sadia”, com a música Perhaps Love, ou do açúcar União, sobre o irmão do meio que rouba todos os bolinhos de chuva e no final diz que “Acabou” com a boca cheia, o da Garoto – “Sonhos”, que mostra garotos endiabrados fascinados por mulheres, e os da Bombril... são incríveis, já fazem parte da história da propaganda e marcam a minha vida. Vai dizer que não ficava com vontade de comer aquela pizza com guaraná?! Este jingle e o da pipoca com guaraná fizeram um baita sucesso nos anos 90. "Eeeu não vejo a hora de te cortar, ver mais uma vez saborear. Meia muzzarela, meia aliche ou calabresa, romana, quatro queijos, marguerita e portuguesa. Como é bom te ver, você chegou na hora H, adoro pizza com guaraná!"
Ihh! Já viu que eu sou um caso perdido... mas também, de publicitário e louco, todo mundo tem um pouco. Melhor deixar esse lance de lado ou este post não vai ter fim.
A publicidade entrou na minha vida quando eu tava na sétima série do ginásio (ensino fundamental, hoje em dia, né?!). Numa aula de português, li o texto “O segredo da propaganda é a propaganda do segredo” (Leon Eliachar. O homem ao zero. RJ, Expressão e Cultura, 1969) e me apaixonei. O texto é sobre os anúncios de tv que, segundo o autor, mostram um “mundo de otimismo, onde tudo é bom e saudável, não quebra, dura toda a vida e qualquer um pode adquirir quase de graça, pagando como puder, no endereço mais próximo de sua casa”. E o cara tava certo, alías, está certo! A publicidade pode ser muito convincente. Esse é o objetivo.
Então, dominada pela publicidade, comecei a ler outros textos sobre publicidade, jornalismo, radialismo, comunicação em geral. Falei com pessoas da área... Fui ficando mais atenta aos comerciais de tv, aos spots de rádio, às reportagens que levam as pessoas aos mais distantes lugares. Percebi que tudo dependia muito da emoção e, não apenas de quem cria o anúncio, escreve uma matéria, mas da emoção de quem assiste, lê, ouve. A gente pode chorar diante da tv quando passa um comercial, dar gargalhadas, sentir raiva e um infinito número de emoções. Comerciais como o dos 50 anos da Sadia – “A vida com amor é mais Sadia”, com a música Perhaps Love, ou do açúcar União, sobre o irmão do meio que rouba todos os bolinhos de chuva e no final diz que “Acabou” com a boca cheia, o da Garoto – “Sonhos”, que mostra garotos endiabrados fascinados por mulheres, e os da Bombril... são incríveis, já fazem parte da história da propaganda e marcam a minha vida. Vai dizer que não ficava com vontade de comer aquela pizza com guaraná?! Este jingle e o da pipoca com guaraná fizeram um baita sucesso nos anos 90. "Eeeu não vejo a hora de te cortar, ver mais uma vez saborear. Meia muzzarela, meia aliche ou calabresa, romana, quatro queijos, marguerita e portuguesa. Como é bom te ver, você chegou na hora H, adoro pizza com guaraná!"Ihh! Já viu que eu sou um caso perdido... mas também, de publicitário e louco, todo mundo tem um pouco. Melhor deixar esse lance de lado ou este post não vai ter fim.

2 Comentários:
Putz, esse anúncios que vc falou realmente são obras de arte. Mas tô triste, vc não lembrou nenhum com o tema que eu mais gosto.
Nem a campanha da Ipiranga vc lembrou. Lembra do côco caindo no teto do carro do cara, depois que ele consegue arrumar uma vaga na sombra? Tá, parei. Beijo.
Verônica, interessante saber sobre o lado dos publicitários. Pois, como administradora, sempre tive uma implicanciazinha, mas nada grave.
Vejo pelo seu texto que é uma profissao muito legal e apaixonante!!!
Realmente existem propagandas que sao tudo e que marcam uma época!!!
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